Era dia e noite quando os olhos cerravam
E os sons abafavam pro infinito falar.
Era vazio totalmente cheio
De meios e entremeios para vontade de estar não duvidar.
Era trato,
Como artefato de decoro
Que feito ouro, passava cada segundo a brilhar.
Era reza,
Uma quebra no estado tênue da alma
Que agora serena, deslizava solta no ar.
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