
"Tempo, tempo, mano velho...
Falta um tanto ainda eu sei, pra você correr macio!"
:::PRÓLOGO:::
Quando o poeta disse que o tempo não iria parar, blasfêmias soaram pelo ar
E eu que nem era nascido, pude ouvir ainda mergulhado no líqüido amniótico...
Houveram rumores...
Trágicos rumores...
E agora é tudo novo de novo!!!
Houveram manifestações impiedosas...
Fatais opiniões...
E agora é ver anoitecer e amanhecer...
Numa meta que é morfose,
Numa lua que às vezes é minguante
E quando vem cheia
É branca e inteira.
E quando não vem
É solidão e sonhos a desbravar...
São olhos,
Só olhos...
Olhos fechados,
Ora abertos
Ora cegos...
:::EPÍLOGO:::
E depois que nasci, passei a renascer...
Vendo o tempo manipulado nas mãos que eram minhas,
Um dia após o outro... ouvi o silêncio da transformação
E a brisa incorrupta que transforma e forma a ação!
Um comentário:
Aeeeeeeeee!!!!!!
Blog novo!
E eu aqui ainda...
Bjinhuxxx...
Blog away, girl!
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